Revista AzMina e o jornalismo como forma de conhecimento

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Autores

Resumo

Este artigo apresenta como objeto de estudo a produção de conhecimento nos discursos produzidos por uma revista feminista brasileira. O objetivo é perceber qual é o jornalismo produzido por uma mídia autointitulada independente e feminista, e se este é orientado pela ideia da produção de conhecimento. O objeto empírico é a Revista AzMina, sendo o corpus constituído de reportagens veiculadas no site. A pesquisa utiliza a análise discursiva como aporte teóricometodológico. Dentre as considerações finais do estudo tem-se a percepção de que o jornalismo feminista de AzMina, combativo, ideologicamente comprometido e posicionado, é uma das formas de se fazer conhecer mulheres e assuntos invisibilizados pela mídia tradicional e de ser uma prática de fato orientada pela ideia de conhecimento.

Palavras-chave: Gênero. Jornalismo feminista. Revista AzMina.

Biografia do Autor

  • Gabriela Braga Schander, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Bolsista CAPES.

  • Daiane Bertasso, Universidade Federal de Santa Catarina

    Professora adjunta no Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (POSJOR/UFSC).

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Publicado

2019-12-09

Edição

Seção

Dossiê (v. 10, n. 1) | Jornalismo e Decolonialidade

Como Citar

Revista AzMina e o jornalismo como forma de conhecimento: . (2019). Pauta Geral - Estudos Em Jornalismo, 6(2), 35-52. https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/14708