A extensão na Educação Superior brasileira no contexto da modernidade líquida: uma análise da Resolução CNE/CES nº 7/2018 a partir dos aportes teóricos de Zygmunt Bauman
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.20.24671.099Resumo
Este artigo aborda a extensão na Educação Superior brasileira contemporânea, a partir dos aportes teóricos de Zygmunt Bauman. O autor caracteriza a atualidade como a era da “modernidade líquida”, contrastando-a com a modernidade sólida, que moldou a universidade tradicional. Do ponto de vista metodológico, o estudo realiza uma reflexão crítica da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018, do Conselho Nacional de Educação (CNE)/Câmara de Educação Superior (CES), documento que institui as diretrizes para a extensão no Brasil. O objetivo foi refletir sobre os desafios de sua implementação no presente contexto. A referida resolução, ao instituir a curricularização da extensão, preconiza uma formação cidadã comprometida com o coletivo, ideal que destoa da lógica individualista e capitalista predominante na modernidade líquida. Nesse cenário de descompasso, a regulamentação pode representar uma oportunidade para as Instituições de Ensino Superior reafirmarem sua missão social, contrapondo-se às tendências fragmentárias e mercadológicas que permeiam a educação e a sociedade atual.
Palavras-chave: Curricularização da extensão. Educação Superior. Modernidade líquida.
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