La parálisis del saber docente: cómo la inteligencia artificial refuerza la experiencia primera y restringe la creatividad en el contexto de la datificación
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.21.26167.030Resumen
Este trabajo, basado en la epistemología de Gaston Bachelard, analiza el uso de la Inteligencia Artificial Generativa (IAGen) en la educación. Esta tecnología no se concibe como una herramienta neutral, sino como una racionalidad algorítmica probabilística que funciona mediante el razonamiento implícito y la predicción estadística, automatizando así obstáculos epistemológicos. Se sostiene que, en el ámbito educativo, el desafío radica en la interacción con esta tecnología, realizada a menudo de manera acrítica, ya que tiende a reforzar experiencias primeras, como las opiniones personales, así como aspectos relacionados con el animismo y el sustancialismo. Dichos obstáculos terminan internalizándose y obstaculizan la innovación pedagógica, pudiendo incluso paralizar nuevas iniciativas. Además, esta dinámica contribuye a una lógica de datificación, en la que las interacciones sociales y los procesos de enseñanza y aprendizaje se transforman en datos numéricos destinados al análisis y la gestión. Este escenario menoscaba el trabajo docente, restringe su autonomía pedagógica y reduce las actividades educativas a la ejecución técnica.
Palabras clave: Inteligencia Artificial Generativa. Obstáculos epistemológicos y didácticos, Racionalidad algorítmica.
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