Educação e religião Guarani no Paraná: estudo a partir do ritual Nimongarai

Autori

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.7iEspecial.0011

Abstract

Com a violenta expropriação e mercantilização dos territórios paranaenses, os grupos indígenas sobreviventes foram, no início do século XX, reunidos em pequenas parcelas de terras, as aldeias, hoje chamadas Terras Indígenas (TIs). Como consequência, os Guarani no Norte do Paraná, que atualmente habitam as TIs Laranjinha, Ywy Porã e Pinhalzinho, por falta de terra, vivem em situação precária, sofreram e sofrem a perda de boa parte das tradições culturais, incluindo a língua materna. Nos anos de 1980 e 1990, no contexto da crise econômica mundial e de intensos movimentos sociais, organismos internacionais como a UNESCO e Banco Mundial reafirmaram a importância das culturas minoritárias e iniciaram, em parceria com os Estados nacionais, a implementação de políticas de inclusão, baseadas no direito à diferença. Neste texto são apresentados e discutidos os resultados de um projeto de revitalização cultural desenvolvido por meio do registro de narrativas dos velhos, do ritual de batismo Nimongarai e de intervenções pedagógicas em escolas indígenas Guarani do Paraná.

 

Palavras-chave: Educação indígena. Guarani Nhandewa. Nimongarai.

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Biografia autore

  • Rosangela Celia Faustino, Universidade Estadual de Maringá
    Docente da Universidade Estadual de Maringá. Coordenadora do Observatório da Educação Escolar Indígena/UEM.

Come citare

Educação e religião Guarani no Paraná: estudo a partir do ritual Nimongarai. Práxis Educativa, [S. l.], v. 7, p. 239–263, 2013. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.7iEspecial.0011. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/5065. Acesso em: 30 mag. 2026.

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