Parafraseadores automáticos: una consecuencia inesperada de abordar el plagio estudiantil y el impacto de la COVID en entornos de educación a distancia
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.18.21679.020Resumen
Las herramientas y sistemas empleados para detectar el plagio se usan ampliamente en las universidades, pero su disponibilidad puede haber empujado al alumnado a buscar y encontrar formas de evadir la detección. Uno de esos métodos es el uso de software de generación de paráfrasis automáticas, que permiten reescribir grandes cantidades de texto con poco esfuerzo por parte de los estudiantes. El presente artículo utiliza la metodología de análisis de métricas de búsqueda en Internet con datos de SEMrush y Google Trends para estimar el nivel de interés en los paráfraseadores automáticos en línea, centrándose en el período 2016 a 2020 y en cuatro países: EE.UU., Reino Unido, Canadá y Australia. Los resultados muestran una tendencia preocupante, con un aumento en el número de búsquedas de dichas herramientas durante el período analizado, especialmente durante la COVID-19, e incrementos notables observados durante los períodos de evaluación en las universidades. El método empleado en este estudio abre una nueva vía de análisis para enriquecer y complementar el conocimiento existente en el campo de la investigación en integridad académica. Los datos obtenidos demuestran que los docentes y gestores académicos deben estar atentos ante el uso de herramientas de generación de paráfrasis automáticas por parte del estudiantado y que es necesario implementar intervenciones de integridad académica para abordar este problema.
Palabras clave: Parafraseadores automáticos. Aplicaciones de ciencia de datos en educación. Integridad académica.
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Derechos de autor 2023 Práxis Educativa

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