Entre orientar y prescribir: la institucionalización de la IA generativa en universidades públicas brasileñas
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.21.26177.014Resumen
Los documentos institucionales sobre inteligencia artificial generativa (IAGen) se multiplican movilizando fórmulas aparentemente consensuales como “uso responsable” y “buenas prácticas”, pero permanece abierta la cuestión de cómo esas expresiones se convierten en reglas concretas en la Educación Superior brasileña. El estudio compara los textos normativos de seis universidades públicas: Universidad Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidad Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), Universidad Estadual de Campinas (Unicamp), Universidad Federal de Bahía (UFBA), Universidad Federal de Goiás (UFG) y Universidad Federal de Ceará (UFC), tomándolos no como meros repositorios de información, sino como instrumentos de gobernanza que organizan conductas y distribuyen responsabilidades, en el contexto histórico de la creciente datificación del trabajo intelectual. El análisis documental cualitativo identificó, en cada texto, cuatro componentes – principios generales, exigencias prácticas, mecanismos de control y orientaciones formativas – y atribuyó, además, un índice de explicitación normativa. Los resultados señalan divergencias en tres frentes: en qué medida cada documento formaliza obligaciones, en qué medida explicita prohibiciones y quién decide sobre el uso – la rectoría o el docente en el aula. Se concluye que, bajo un léxico compartido, las universidades sostienen arquitecturas regulatorias distintas, esbozando una disputa discreta sobre el régimen de responsabilización académica ante la IAGen.
Palabras clave: Inteligencia artificial generativa. Gobernanza académica. Universidades públicas.
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