Por que a docência? Marcadores sociopedagógicos do desenvolvimento profissional de aspirantes à carreira docente

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DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.13i2.0006

Resumo

A formação e a experiência de vida para além do espaço universitário incidem no processo de desenvolvimento profissional docente. Neste artigo, sustenta-se esse argumento por meio da análise de alguns marcadores sociopedagógicos de um grupo de estagiários dos cursos de Ciências Biológicas e Pedagogia. O objetivo é focalizar diferentes aspectos que perfazem a construção da docência, desde antes do ingresso na universidade, reconhecendo que tais experiências se atualizam no momento do estágio e, por isso, carecem de reflexão. A problemática de pesquisa pode ser expressa da seguinte forma: Quais efeitos as imagens socializadas da docência exercem sobre os aspirantes à carreira docente? A reflexão sobre tais aspectos permite, dentre outras, a qualificação da atuação docente em sala de aula, bem como a construção de bases para a formação de professores desde o ponto de vista dos acadêmicos.

 

Palavras-chave: Formação de professores. Desenvolvimento profissional docente. Marcadores sociopedagógicos.

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Biografia do Autor

  • Marta Nörnberg, Universidade Federal de Pelotas
    Professora do Departametno de ensino da Faculdade de Educação da UFPEL. Professora-pesquisadora vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPEL. Atua na área de formação de professores, investigando as temáticas prática pedagógica, educação, cuidado e ensino nos anos iniciais e na educação infantil, formação docente.
  • Maiane Liane Hatschbach Ourique, Universidade Federal do Pampa

    Professora do curso de Pedagogia da UNIPAMPA, campus Jaguarão/RS. Atua na área da Filosofia da Educação e Educação Infantil.

     

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Publicado

2017-10-25

Edição

Seção

Dossiê: Desenvolvimento profissional docente

Como Citar

Por que a docência? Marcadores sociopedagógicos do desenvolvimento profissional de aspirantes à carreira docente. Práxis Educativa, [S. l.], v. 13, n. 2, p. 348–364, 2017. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.13i2.0006. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/10342. Acesso em: 30 maio. 2026.

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