Políticas conservadoras e (des)intelectualização da docência

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.15.15360.058

Resumo

Este artigo trata da influência das políticas conservadoras no campo da formação docente e as suas implicações na compreensão da educação e da docência como bens públicos. Parte-se da posição de que as políticas conservadoras produzem a desintelectualização docente. Inicialmente, discutem-se algumas concepções teóricas para entender como os valores do neoliberalismo e do discurso conservador influenciam os processos de formação de professores por meio da linguagem da aprendizagem e das táticas de profissionalização e de flexibilização. Posteriormente, com base em estudos sobre um programa de formação continuada de alfabetizadores, discutem-se os processos de (des)intelectualização docente. Por fim, articulam-se as reflexões feitas nos tópicos anteriores para defender a docência como atividade intelectual e ética.

Palavras-chave: Formação docente. Políticas conservadoras. Docência.

Biografia do Autor

  • Marta Nörnberg, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Professora Associada do Departamento de Ensino da Faculdade de Educação da UFPEL. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPEL. Atua na área de formação de professores para os anos iniciais e educação infantil, investigando as temáticas prática pedagógica, docência nos anos iniciais e na educação infantil, formação docente, ética do cuidado.

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Publicado

2020-06-12

Edição

Seção

Seção Temática: Políticas conservadoras na Educação Básica

Como Citar

Políticas conservadoras e (des)intelectualização da docência. Práxis Educativa, [S. l.], v. 15, p. 1–14, 2020. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.15.15360.058. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/15360. Acesso em: 30 abr. 2026.

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