De volta ao básico: definições e processos de avaliação
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.5i1.123130Resumo
Num mundo educacional guiado pelo desempenho e pelos resultados, o conceito de avaliação formativa inspirou a comunidade da área com seu discurso e foco na aprendizagem e nos aprendizes. No entanto, várias controvérsias surgiram, destacando-se as nebulosidades e disparidades terminológicas entre os diversos setores de pesquisa e mesmo dentro de cada um deles (TARAS, 2007b, 2009). Perrenoud (1998), entre outros autores, assinala a importância de situar-se o discurso teórico e prático sobre a avaliação num contexto pedagógico mais amplo e no âmbito das teorias de aprendizagem. Taras (2005) argumenta que os conceitos de avaliação, incluindo-se a avaliação formativa, são mais bem entendidos e têm mais eficácia quando considerados numa estrutura mais abrangente e examinados segundo as suas relações, ou seja, quando se observam as relações entre avaliação somativa, avaliação formativa e autoavaliação. Este artigo, cujo propósito é examinar algumas definições de avaliação, apresenta primeiramente os conceitos básicos de avaliação, avaliação somativa, avaliação formativa, autoavaliação e feedback e em seguida os inter-relaciona. Os princípios implícitos nas definições determinam os parâmetros tanto dos processos quanto da prática como parte de uma estrutura e de uma sequência lógicas.
Palavras-chave: Avaliação. Avaliação formativa. Avaliação somativa.
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