Autoavaliação da pós-graduação: o que a experiência internacional nos ensina?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.20.24880.033

Resumo

Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa sobre as políticas de avaliação da pós-graduação adotadas pelo Brasil e pelos Países Baixos. Seu propósito principal foi compreender como os sistemas brasileiro e holandês concebem e realizam a autoavaliação em seus Programas de Pós-Graduação. Trata-se, em seus aspectos metodológicos, de um estudo comparado, desenvolvido no Brasil e na Universidade de Leiden no período entre 2021 e 2022. A pesquisa evidenciou que o modelo brasileiro é top-down, centrípeto, centralizado e orientado a promover maior homogeneização interna e menor diferenciação. A avaliação é predominantemente externa, normativa, regulatória e baseada no desempenho. O sistema holandês é, por sua vez, bottom-up, descentralizado e reconhecido internacionalmente pelo uso sistemático e institucionalizado da autoavaliação. Com base nos resultados da pesquisa, o artigo apresenta um conjunto de proposições que visam fortalecer a autoavaliação e aprimorar o sistema brasileiro de avaliação da pós-graduação.

Palavras-chave: Pós-graduação. Políticas de avaliação. Autoavaliação.

Biografia do Autor

  • Joviles Vitório Trevisol, Universidade Federal da Fronteira Sul

    Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFFS.

Publicado

2025-06-16

Edição

Seção

Dossiê: Autoavaliação nos Programas de Pós-Graduação em Educação: possibilidades, desafios e tensionamentos

Como Citar

Autoavaliação da pós-graduação: o que a experiência internacional nos ensina?. Práxis Educativa, [S. l.], v. 20, p. 1–21, 2025. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.20.24880.033. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/24880. Acesso em: 30 abr. 2026.

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