Tecnologías digitales y formas de subjetivación: una cartografía de la trayectoria de una formadora de docentes
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Resumen
Este estudio investiga los impactos de las tecnologías digitales en la producción de la subjetividad de una profesora formadora. Mediante el método cartográfico, acompaña procesos de subjetivación en su trayectoria escolar y académica, analizando atravesamientos de las tecnologías digitales desde el contacto inicial con computadoras hasta la racionalidad neoliberal en la docencia contemporánea. Los resultados indican que, aunque la digitalización, la plataformización y la cultura del desempeño tienden a automatizar y agotar los cuerpos docente y estudiantil vía la autoexigencia y la datificación del trabajo, es posible producir otros regímenes y subjetividades. Se concluye que prácticas como la elaboración artesanal de portafolios y la inversión en encuentros presenciales funcionan como gestos micropolíticos de resistencia. Tales acciones son capaces de abrir brechas en los dispositivos educativos molares y cultivar nuevas relaciones en la formación universitaria.
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