Diálogos entre as escolas e os saberes das comunidades quilombolas: a descolonização/decolonização do currículo a partir da Lei No 10.639/2003

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.19412.074

Resumo

Este artigo apresenta uma reflexão sobre experiências ocorridas entre escolas e comunidades quilombolas baianas, a partir da Lei No 10.639/2003, que se refere à articulação entre os processos educativos que ocorreram em escolas e comunidades, sobretudo em relação ao campo do currículo. O referencial teórico adotado é a partir de uma perspectiva decolonial   e a metodologia utilizada foi de cunho qualitativa, com utilização de entrevistas semiestruturadas com professoras e professores. Concluiu-se que, ao tratar-se de propostas de educação comprometidas com a justiça cognitiva/social e com a vida em sua diversidade, a participação e a representação dos sujeitos não deve ser reduzida apenas à pura formalidade, pois é necessário criar condições reais de participação efetiva das comunidades em relação às escolas, seja na elaboração, seja na implementação e na avaliação de políticas curriculares específicas em seus territórios.

Palavras-chave: Educação quilombola. Relação escola-comunidade. Lei No 10.639/2003.

Biografia do Autor

  • Marco Antonio Leandro Barzano, Universidade Estadual de Feira de Santana

    Universidade Estadual de Feira de Santana. Programa de Pós-Graduação em Educação. Doutor em Educação.

  • Maria Cristina de Jesus Sampaio, Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana

    Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana. Mestre em Educação.  

  • André Carneiro Melo, Instituto Federal Baiano

    Instituto Federal Baiano. Doutor em Ensino, Filosofia, História das Ciências.

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Publicado

2022-05-28

Edição

Seção

Dossiê: Relações étnico-raciais: práticas e reflexões pedagógicas

Como Citar

Diálogos entre as escolas e os saberes das comunidades quilombolas: a descolonização/decolonização do currículo a partir da Lei No 10.639/2003. Práxis Educativa, [S. l.], v. 17, p. 1–18, 2022. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.17.19412.074. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/19412. Acesso em: 30 abr. 2026.

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