A inserção social de negros, índios e bastardos a partir de registros de óbitos (Planalto Paranaense na primeira metade do século XVIII). DOI: 10.5212/Rev.Hist.Reg.v.15i2.160183

Autores

  • Cacilda Machado UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

Palavras-chave:

escravidão, administração particular, mobilidade social

Resumo

Neste artigo faço uso do primeiro livro de registros paroquiais de óbitos da Igreja de Nossa Senhora da Luz de Curitiba, a fim de conhecer a estrutura da população e o processo de inserção social de escravos, administrados e livres de cor no período inicial da colonização do planalto paranaense. Trata-se de um ambiente por então economicamente pouco dinâmico, onde em geral a historiografia não vê muita possibilidade de mobilidade social.  A despeito disso, foi possível detectar o processo de diferenciação social dos escravos, administrados e, sobretudo, dos livres de origem indígena e africana do lugar, assim como o empenho dos “brancos” de impor limites àquela empresa.

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Biografia do Autor

Cacilda Machado, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

Professora da UFPR atualmente lotada na ESS/UFRJ. Graduada em História pela UFPR, mestre em História da População pela UFPR, doutora em História Social pela UFRJ. Autora do livro "A trama das vontades: negros, pardos e brancos na construção da hierarquia social do Brasil escravista" e de vários artigos em revistas de história nacionais e internacionais.

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Publicado

2010-12-09

Como Citar

MACHADO, C. A inserção social de negros, índios e bastardos a partir de registros de óbitos (Planalto Paranaense na primeira metade do século XVIII). DOI: 10.5212/Rev.Hist.Reg.v.15i2.160183. Revista de História Regional, [S. l.], v. 15, n. 2, 2010. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2376. Acesso em: 9 jan. 2026.

Edição

Seção

Artigos