A Folkcomunicação em tempos de Inteligência Artificial. Desafios, provocações e perspec- tivas
Desafios, provocações e perspectivas
DOI:
https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0010Resumo
A Folkcomunicação tem se destacado entre o cenário de perspectivas sobre as mediações informacionais populares e também as mediações contemporâneas, mesmo havendo uma nítida academização entre epistemologias do Hemisfério Norte. Em tempos de profusão das inteligências artificiais, como os estudos folkcomunicacionais, caracterizados como a primeira teoria da comunicação genuinamente brasileira, são impactados com essas transformações advindas do debate e da existência praticamente massiva, entre os conectados, dos sistemas de Inteligência Artificial? Por conta de suas próprias questões epistemológicas e seu nascedouro e aplicação entremeio aos marginalizados, as inteligências artificiais impactam mais ou menos essa teoria comunicacional? Destaca-se, analisa-se e polemiza-se esses pontos, tendo-se como um estudo de caso refletindo o status da Folkcomunicação no meio desta terceira década do século XXI. Frisa-se que a teoria proposta por Luiz Beltrão tem sido menos impactada principalmente pelas próprias perspectivas dos grupos balizados, mesmo havendo uma modernização entre seus ensinamentos, principalmente pelas inteligências artificiais tratarem de mais perspectivas quantitativistas e algorítmicas, enquanto a Folkcomunicação permanece em suas perspectivas qualitativistas, afetivas e mediacionais, muitas vezes envolvendo públicos que sequer estão totalmente conectados aos tempos tecnológicos-internéticos e algorítmicos.
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