Mastruz e rapadura

Folkcomunicação e Gênero na amarga vida de Margarida Maria Alves

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0002

Resumo

Este artigo discute o tema da relação entre a ecoagrofeminismo e a folkcomunicação na vivência da sindicalista rural Margarida Maria Alves. O objetivo é observar a presença de elementos da Folkcomunicação no âmbito dos estudos de Gênero no contexto das mulheres trabalhadoras sindicalistas rurais a partir da vivência cotidiana de Margarida Maria Alves. Em termos medotodológicos, trata-se de um estudo na perspectiva da follkcomunicação e Gênero, abordando a estreita relação com a vivência cotidiana das mulheres rurais. Para tanto, foram utilizadas pesquisa documental e entrevista semi-estruturada, obtendo como resultados iniciais a ampliação das discussões em torno da folkcomunicação e do ecoagrofeminismo presentes na vivência da sindicalista Margarida Alves, em Alagoa Grande-PB.

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Biografia do Autor

Lilian Conceição Silva

Teóloga, com mestrado e doutorado em Teologia, na área “Religião e Educação”, pela Faculdades EST/RS; pós-doutorado em Educação, Culturas e Identidades, pela UFRPE e Fundaj/PE; especialização em Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Diversidade, pela FURG/FURG; concluinte da Licenciatura em História, pela Uniasselvi.

Fernanda Lemos , Universidade Federal da Paraíba

Professora Doutora do Departamento de Ciências das ReligiõesdaUFPB,Membro do Grupo de Estudos de Gênero e ReligiãoMandrágora/NETMAL da Universidade Metodista.

 

Publicado

2025-12-19

Como Citar

SOUZA, G.; SILVA , L. C. .; LEMOS , F. . Mastruz e rapadura : Folkcomunicação e Gênero na amarga vida de Margarida Maria Alves . Revista Internacional de Folkcomunicação, [S. l.], v. 23, n. 51, 2025. DOI: 10.5212/RIF.v.23.i51.0002. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/25671. Acesso em: 8 jan. 2026.