Narrativas da Bôta nos Contos de Walcyr Monteiro
DOI:
https://doi.org/10.5212/RIF.v.23.i51.0007Resumo
O objetivo deste estudo é analisar como a representatividade da mulher ribeirinha da Amazônia paraense é apresentada em duas narrativas da bôta (sic) no contexto sociocultural do imaginário do povo ribeirinho. Este estudo interdisciplinar de cunho exploratório com abordagem qualitativa na análise de dois contos populares publicados por Walcyr Monteiro, em Visagens, Assombrações e Encantamentos da Amazônia (n. 03 e 05), publicados em 2000, sobre boto-fêmea, denominado bôta nos contos analisados, ser encantado que faz parte do ciclo da vida e das marés, entrelaçando o imaginário individual e coletivo com afetos e estilo de vida. O artigo se fundamentou, entre outros, no cimento social de Maffesoli (2010), no contexto sociocultural do imaginário de Laplantine e Trindade (1997) e dentro das estruturas das narrativas de Barthes (1975). A representatividade da mulher ribeirinha, nos contos da bôta, revela uma cultura cheia de riquezas com profundas marcas na comunidade melgacense.
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