Una posibilidad decolonial para pensar en la constitución del ethos caboclo en el Oeste de Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.19415.012Resumen
En esta reflexión, nuestra hipótesis considera que los caboclos son remanentes de una matriz de pensamiento africana en el Oeste de Santa Catarina, Brasil. Se trata de una problemática de la historia y de la filosofía que evidencia la constitución de un ethos caboclo decolonial del Contestado. Delante de esto, asumimos en los procedimientos metodológicos, un delineado bibliográfico, cuyo enfoque es interpretativo y cualitativo. Si consideramos el ethos para los griegos (matriz de los colonizadores), como la ontología misma, no nos es posible excluir o violentar los trazos del ethos de las primeras comunidades de Oeste catarinense, pues ellos, los pueblos originarios y los caboclos, también se caracterizan por el espíritu comunitario, pela igualdad y la solidaridad. En nuestro resultado, constatamos que: a) el ethos decolonial caracterizó la esencia en las comunidades del Oeste de Santa Catarina, y b) el ethos decolonial correspondió a la constitución de los hábitos de las comunidades originarias, tornando imposible su supervivencia y resistencia temporal. Por fin, el ethos caboclo fue constituido con pueblos que vivieron y resistieron en el Oeste de Santa Catarina, a partir del cultivo de la ancestralidad y de las prácticas de buen vivir en su territorialidad.
Palabras clave: Colonización. Caboclo. Ethos. Contestado. Oeste Catarinense.
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