Reflexões (quase) antropofágicas sobre remunerações desiguais de docentes no Brasil e nos Estados Unidos da América (do Norte)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.20876.088

Resumo

O artigo analisa a remuneração de professores no Brasil e nos Estados Unidos da América (do Norte) a partir de uma proposta de diálogo comparado não valorativo e em sintonia com perspectivas pós-coloniais. A ideia de (quase) antropofagia justifica-se na percepção que é possível um diálogo internacional a partir de um olhar dos problemas do Sul Global para a agenda de pesquisa. Utiliza fontes públicas sobre remuneração da Relação de Informações Sociais (RAIS) do Brasil e dados do Schools and Staffing Survey (SASS) dos Estados Unidos, de 2020. Entre as conclusões, indica que os debates no Brasil que consideram a experiência estadunidense nas políticas educacionais superdimensionam as políticas de mérito/bônus e desconsideram outros elementos que marcam o debate nos Estados Unidos em termos de desigualdades na profissão docente, tais como acúmulo de outros empregos além da docência, jornada laboral mais extensa, variação salarial em diferentes estados/municípios/distritos.

Palavras-chave: Políticas educacionais. Financiamento da educação. Remuneração de professores.

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Biografia do Autor

  • Andréa Barbosa Gouveia, Universidade Federal do Paraná

    Professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Doutora em Educação.

  • Gustavo E. Fischman , Arizona State University

    Professor da Arizona State University. Doutor em Educação.

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Publicado

2022-08-31

Como Citar

Reflexões (quase) antropofágicas sobre remunerações desiguais de docentes no Brasil e nos Estados Unidos da América (do Norte). Práxis Educativa, [S. l.], v. 17, p. 1–22, 2022. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.17.20876.088. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/20876. Acesso em: 21 maio. 2026.

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