El territorio educativo en la política educacional brasileña: silencios, ruidos y reverberaciones

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.14n2.010

Resumen

El texto presenta un rastreo teórico sobre la presencia/ausencia del concepto de territorio educativo en los marcos legales de la educación brasileña. Con base en la metodología de análisis documental, busca contextualizar, en el ámbito de las políticas públicas brasileñas, cuándo el concepto de Territorio Educativo emerge, así como cuáles son las posibles brechas y significaciones que se evidencian desde la Constitución Federal de 1988 hasta la actualidad. La pre-categorización de los datos indica un transcurso histórico revelador de la idea que el espacio urbano se constituye en territorio educativo y favorece el desarrollo de la educación integral. La interpretación de los datos está pautada por el ciclo continuo de políticas de Stephen Ball.

 

Palabras clave: Territorio educativo. Marcos legales de la educación brasileña. Ciclo de Políticas.  

Biografía del autor/a

  • Nilda Stecanela, Universidade de Caxias do Sul

    Nilda Stecanela desenvolveu estudos de Pós-Doutorado em Educação, como bolsista CAPES, no Institute of Education/University of London (2015-2016); É Doutora e Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008 e 2002), Especialista em Gestão do Ensino na Educação Básica pela Universidade de Caxias do Sul (1998), Licenciada em Biologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1997) e em Ciências Exatas pela Universidade de Caxias do Sul (1982). É Pró-Reitora Acadêmica, docente do corpo permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Caxias do Sul e Co-editora da Revista Conjectura: Filosofia e Educação. Coordena o Observatório de Educação da mesma instituição. É bolsista CNPq de Produtividade em Pesquisa.

Publicado

2019-05-30

Cómo citar

El territorio educativo en la política educacional brasileña: silencios, ruidos y reverberaciones. Práxis Educativa, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 583–600, 2019. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.14n2.010. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/13112. Acesso em: 30 abr. 2026.

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