Uma introdução ao debate crítico sobre os estudos regionais: para refletir o caso das regiões campeiras do Brasil meridional

Autores

  • Edu Silvestre de Albuquerque UEPG

Resumo

O presente artigo refere-se as seguintes teses: a) a divisão territorial da riqueza (e não do trabalho) resulta numa valorização diferenciada de localidades no espaço; b) a propriedade privada de riqueza na forma de capital financeiro pode ser visto como o motor fundamental da economia-mundo; c) os recortes territoriais em base local-regional somente podem ser compreendidos quando se observam as interligações entre eventos locais e as  conjunturas mundiais das forças produtivas.

Biografia do Autor

Edu Silvestre de Albuquerque, UEPG

(edusilvestrealbuquerque@bol.com.br) é doutor em Geografia, área de concentração Desenvolvimento Regional, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atua como pesquisador nas áreas de geopolítica, relações internacionais, políticas públicas e dinâmicas regionais. É professor adjunto na Universidade Estadual de Ponta Grossa e atua no Grupo de Pesquisa: O estudo do espaço social e suas transformações, implicações sobre a territorialidade e a gestão territorial, com sede na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Como Citar

ALBUQUERQUE, E. S. de. Uma introdução ao debate crítico sobre os estudos regionais: para refletir o caso das regiões campeiras do Brasil meridional. Terr@ Plural, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 67–75, 2007. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/1142. Acesso em: 30 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos