Entre territórios e redes geográficas: considerações sobre a prostituição travesti no Brasil Meridional - Doi: http://dx.doi.org/10.5212/TerraPlural.v.32i1.089101

Autores

  • Marcio Jose Ornat UEPG

Resumo

Este texto busca fazer algumas reflexões sobre os territórios da prostituição travesti, localizados no sul do Brasil, e a sua conexão a partir da instituição de uma rede geográfica. Um dos elementos da quotidianidade da travesti é a disputa. Devido a isso, existem buscas espaciais cada vez mais amplas. Mas apenas algumas das travestis conseguem constituir uma espacialidade que vai além daquela relacionada apenas ao território intra-urbano. Estas relações e conexões são estruturadas a partir da simultaneidade entre centro/margem, forjando espaços paradoxais, possibilitando assim a visualização de outras geografias que se colocam dentre várias outras possibilidades.

Biografia do Autor

Marcio Jose Ornat, UEPG

Geógrafo, formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e Mestre no Programa de Pós-Graduação em Geografia, Mestrado em Gestão do Território, na mesma Instituição. Hoje é Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ. Como pesquisador do Grupo de Estudos Territoriais (GETE - UEPG), vem desenvolvendo desde o ano de 2004 trabalhos relacionados ao Gênero, orientando suas reflexões sobre a interface sexualidade - espaço.

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Como Citar

ORNAT, M. J. Entre territórios e redes geográficas: considerações sobre a prostituição travesti no Brasil Meridional - Doi: http://dx.doi.org/10.5212/TerraPlural.v.32i1.089101. Terr@ Plural, [S. l.], v. 3, n. 1, p. 89–101, 2009. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/1197. Acesso em: 9 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos