Educação Sexual no ensino fundamental: o trabalho com alunos do 9º ano. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.15i1.0012
DOI:
https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.15i1.0011Palabras clave:
Respeito ao corpo. Saúde. Sexualidade. Anápolis-GO.Resumen
A sexualidade faz parte da vida de todas as pessoas e especificamente na adolescência acontece de maneira muito diferenciada e peculiar. Este trabalho objetivou promover a adolescentes, discentes do 9º ano do ensino fundamental de uma escola pública de Anápolis, a aquisição de conhecimentos sobre sexualidade, através da educação sexual. O estudo pautou sua revisão bibliográfica a partir dos autores: Abramovay et al. (2004); Biscoli (2005); Brandão e Heilborn (2006); Brêtas (2009); Junqueira (2009); Torres et al. (2008), dentre outros. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, que utilizou para coleta de informação, um questionário semiestruturado, aplicado em dois momentos, antes e após o trabalho com os adolescentes. Foram minitradas11 aulas, totalizando 15 horas de atividade. O grupo de estudo foi formado por adolescentes com idade entre 13 e 17 anos. A maioria dos adolescentes (83,3%) conversa sobre assuntos relacionados à sexualidade com amigos e obtêm informações na mídia (55,5%). 17% adolescentes afirmaram que já tiveram a primeira relação sexual, destes apenas 5,5% usou preservativo. Os métodos contraceptivos mais citados no pré-teste foram camisinha (72,2%) e a pílula anticoncepcional (33,3%). No pós-teste houve uma variedade na citação de métodos. Verificou-se com o pré-teste que as únicas doenças sexualmente transmissíveis citadas foram AIDS, Sífilis e Gonorreia. O trabalho comprovou a necessidade de atividades de educação sexual com turmas de 9º ano, em especial, de forma contínua, contribui para um desenvolvimento sexual saudável e a utilização do conhecimento para proteção pelos adolescentes.Descargas
Publicado
2012-09-21
Número
Sección
Artigos em fluxo contínuo
Cómo citar
Educação Sexual no ensino fundamental: o trabalho com alunos do 9º ano. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.15i1.0012. Olhar de Professor, v. 15, n. 1, p. 167–182, 21 sep.2012.





