O recreio na perspectiva das crianças

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Fabiana de Oliveira
Tuane Francelino Araújo

Resumo

O artigo investigou os sentidos atribuídos pelas crianças às suas vivências no momento do recreio. O referencial teórico adotado se baseia em alguns interlocutores da Socioantropologia da Infância, dentre outros autores que também fazem parte dos Estudos da Infância e tiveram o brincar e as culturas infantis como fontes de estudo. A pesquisa se caracterizou como qualitativa e a metodologia contemplou a observação participante e a realização de entrevistas por meio do recurso Desenhos com Histórias que nos possibilitou conhecer o modo como elas se relacionam com seus pares e adultos e contribuiu também para olharmos o recreio a partir de sua perspectiva, bem como, pensarmos sua educação. Nesse sentido, a pesquisa sobre o recreio se mostrou relevante ao apresentar a importância de se ouvir as crianças na organização do trabalho cotidiano visando superar a perspectiva adultocêntrica tão presente nas rotinas institucionais.


PALAVRAS-CHAVE: Infância. Recreio. Pré-Escola.

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Seção

Artigos em fluxo contínuo

Biografia do Autor

Fabiana de Oliveira, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG)

 

Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com estágio de doutoramento no Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho (UMinho/PT). Pós-Doutorado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Docente do Instituto de Ciências Humanas e Letras e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). Alfenas – MG/Brasil.

Tuane Francelino Araújo, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG)

Formada em Pedagogia pela Universidade Federal de Afenas (UNIFAL-MG) e é Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição.

Como Citar

O recreio na perspectiva das crianças. Olhar de Professor, [S. l.], v. 22, p. 1–16, 2019. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.22.0009. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/14582. Acesso em: 30 maio. 2026.