Bioanimação artesanal no Amazonas: uma prática decolonial e sustentável no ensino das artes
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Resumo
Este artigo apresenta um recorte da pesquisa de mestrado em andamento que investiga o potencial da bioanimação artesanal como metodologia decolonial no ensino de Artes no estado do Amazonas, Brasil. O estudo, de natureza qualitativa e ancorado na pesquisa-ação, é desenvolvido com estudantes do Ensino Médio de uma escola pública de Manaus. A proposta central reside em ressignificar criticamente tanto elementos naturais da floresta quanto materiais industriais (como plásticos, metais e objetos cotidianos), integrando-os à técnica do stop motion na criação de narrativas autorais. Projeta-se que essa abordagem fortaleça vínculos identitários, promova a valorização de saberes tradicionais, provoque uma reflexão sobre consumo e descarte, e resulte em um material educacional replicável. A discussão teórica articula arte-educação decolonial, sustentabilidade e inovação pedagógica, apontando caminhos para ressignificar o ensino das artes em contextos amazônicos.
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