Observações estagiais com bebês

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Claudionor Renato da Silva
Adrielle de Sena Cardoso Rodrigues
Carleidy Batista Tavares

Resumo

Investigações envolvendo o estudo com bebês vêm crescendo no Brasil. Objetiva-se apontar algumas características da educação dos bebês, entre eles. Utiliza-se a metodologia da observação. As características centrais desta educação, com bebês, encontradas na pesquisa, são: temos uma prática pedagógica em que os docentes pouco incentivam e promovem a interação entre os bebês e uma parcial autonomia destes, nas atividades planejadas; as interações pelas brincadeiras ainda não alcançam a proposta da teoria das trocas entre bebês de Mira Stambak e sua equipe – referencial desta pesquisa. E, por último, as ações junto aos bebês são definidas e direcionadas pelo adulto. Em seu conjunto, estas constatações exigem um novo olhar “das” e para as práticas, bem como em relação à produção de conhecimento nesta temática. Neste sentido, o presente trabalho se caracteriza como potencializador referencial para outras pesquisas, sobre os bebês, em contextos brasileiros e de Estágio, nos cursos de Pedagogia.

Detalhes do artigo

Seção

Estágio Curricular de Docência na Educação Infantil: Perspectivas e Práticas

Biografia do Autor

Claudionor Renato da Silva, Universidade Federal de Goiás, Regional de Jataí

Doutor em Educação Escolar (UNESP/FCLar), pedagogo (UNIARA) e licenciado em Matemática (FAFIBE, MG). Mestre em Educação UFSCar e Especialista em Gestão Educacional (Faculdades COC, SP). Docente e Pesquisador na UFG/REJ, curso de Pedagogia (Estágio Supervisionado) e Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE)

Adrielle de Sena Cardoso Rodrigues, Universidade Federal do Tocantins

Graduada em Pedagoga pela Universidade Federal do Tocantins. Professora de Educação Básica.

Carleidy Batista Tavares, Universidade Federal do Tocantins

Graduada em Pedagogia. Professora de Educação Básica.

Como Citar

Observações estagiais com bebês. Olhar de Professor, [S. l.], v. 22, p. 1–15, 2019. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.22.0008. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/13770. Acesso em: 21 maio. 2026.

Referências