Para pensar a música, a infância e a escola: criatividade, agência e jogo em movimento
DOI:
https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.28.24310.027Palavras-chave:
Atividades artísticas, Formação docente, Metodologia de/do ensinoResumo
Neste texto, partimos da premissa de que a música é parte fundamental das culturas infantis, uma vez que as crianças se expressam por meio da música e com ela apreendem o mundo. O objetivo de nossa discussão é refletir sobre os elementos pedagógicos da estética da música concreta, enquanto modo experimental de contato com o som, articulando-os a estratégias de ensino-aprendizagem da música na escola. Para tanto, propomos um diálogo entre a Educação musical e os Estudos sociais da infância a partir da análise de duas narrativas que orientam a construção da argumentação teórica. Ao final, apresentamos implicações para a prática pedagógica e para a formação continuada de professores, com destaque para: a reflexão sobre as relações de participação e de agência das crianças em suas produções musicais na escola; e a construção de uma maior afinação do olhar e da escuta do adulto-professor em relação às produções musicais das crianças na escola por meio da estratégia do jogo corporal-musical.
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