Wishful thinking: procesos de significación en el discurso de la crisis de aprendizaje de organizaciones multilaterales
DOI:
https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.20775.086Resumen
En este artículo, se analiza el discurso de la crisis del aprendizaje en los documentos publicados por organismos multilaterales: Banco Mundial, Comisión de Educación de la ONU, Unesco y Unicef, entre 2013 y 2021. Con fundamento en la Teoría de Redes Políticas de Stephen Ball y en el Análisis Crítico del Discurso de Norman Fairclough, se identificó que la crisis anunciada transita en una perspectiva interescalar, a partir de la idea de un fenómeno global, justificado por problemas locales, centrado en la agencia del profesor y del alumno. Se trata de un discurso retórico, impregnado de wishful thinking (falacias de esperanza), destacándose: la escuela y los docentes son los culpables de la crisis; las organizaciones tienen soluciones para reducirla; el enfrentamiento requiere alianzas involucrando a los gobiernos, comunidad escolar, tercer sector y sector privado, bajo el liderazgo de las organizaciones. Los discursos se estructuran en un Ciclo Estratégico Persuasivo – conmoción, seducción, promesa y venta – para convencer a los lectores y organizar a los actores de la política educativa en torno a la gobernanza en red.
Palabras clave: Política Educativa. Crisis de aprendizaje. Análisis Crítico del Discurso.
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Derechos de autor 2022 Práxis Educativa

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