O surgimento do Ecoville e a dinâmica imobiliária dos edifícios residenciais de alto padrão

Autores

  • Andresa Lourenço da Silva, Márcia Siqueira de Carvalho Universidade Estadual de Maringá

Resumo

O presente artigo tem como objetivo entender como surgiu o Ecoville e como essa área foi incorporada à dinâmica imobiliária por intermédio da construção de edifícios residenciais de alto padrão na última década (2001-2011). A problemática central deste artigo é entender quais os interesses e as articulações entre os agentes envolvidos que nortearam o crescimento da antiga Conectora 5, hoje denominada de Ecoville, e quais fatores determinaram a verticalização e valorização do Ecoville. A escolha do Ecoville para estudo de caso justifica-se por ser a área de maior interesse do mercado imobiliário de Curitiba, pois tem a maior oferta de imóveis a venda e de terrenos para construção. Nesse sentido, é feito um breve resgate histórico do surgimento e valorização do Ecoville. Posteriormente, a partir dos dados obtidos através de investigação de campo, junto às construtoras, incorporadoras, à Secretaria Municipal de Urbanismo e ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, foram elaborados dois cartogramas com a distribuição espacial dos edifícios na área de estudo e as principais construtoras.

Biografia do Autor

Andresa Lourenço da Silva, Márcia Siqueira de Carvalho, Universidade Estadual de Maringá

Graduada em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina em 2002. Especialista em Análise Ambiental e Ciências da Terra pela Universidade Estadual de Londrina em 2003. Mestre em Geografia Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Estadual de Londrina, em 2007. Doutorado em andamento em Geografia e Análise Regional pela Universidade Estadual de Maringá.

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Publicado

2014-04-29

Como Citar

SILVA, MÁRCIA SIQUEIRA DE CARVALHO, A. L. da. O surgimento do Ecoville e a dinâmica imobiliária dos edifícios residenciais de alto padrão. Terr@ Plural, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 323–338, 2014. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/4461. Acesso em: 1 out. 2022.