Por uma educação do campo que contemple as parcerias nos processos formativos e as formas identitárias dos povos do campo. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.15i1.0003

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Priscila Andrade Magalhães Rodrigues

Resumo

Este ensaio acadêmico constitui um esforço analítico sobre as questões que emergem sobre a produção em educação do e no campo, de modo a pensar uma proposta que contemple a construção de parcerias entre os envolvidos no movimento “por uma educação do campo” e que considere as formas identitárias dos povos do campo. Buscou-se, primeiramente, a partir da literatura dedicada ao tema, levantar as principais questões ligadas à educação do campo, em momento de grande efervescência de estudos e produção acadêmica sobre o assunto.  Em um segundo momento, buscou-se reconhecer o lugar da escola do campo na formação de docentes, e especialmente o estabelecimento de parcerias entre universidade, movimentos sociais, ONGs, e demais parceiros, e as escolas do campo, na tentativa de fomentar processos formativos que articulem teoria e prática, e que se atentem para as questões identitárias dos povos do campo e sua luta por reconhecimento social. Por fim, buscou-se olhar especialmente para a legislação e compreender como a questão da identidade dos povos do campo é tratada nestes textos, e trazer as contribuições analíticas para a construção da identidade dos povos do campo, na perspectiva de que toda análise cultural precisa considerar a complexidade da relação social entre os sujeitos. 

Detalhes do artigo

Seção

Caderno Temático - Educação no Campo

Biografia do Autor

Priscila Andrade Magalhães Rodrigues, PUC-Rio / CBNB

Doutoranda e mestre em educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professora do Colégio Brigadeiro Newton Braga. Dedicada a pesquisas sobre formação de professores.

Como Citar

Por uma educação do campo que contemple as parcerias nos processos formativos e as formas identitárias dos povos do campo. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.15i1.0003. Olhar de Professor, [S. l.], v. 15, n. 1, p. 41–56, 2012. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.15i1.0003. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/3636. Acesso em: 21 maio. 2026.

Referências