FIM DO SUJEITO? CRÍTICA AOS EXTREMOS PÓS-MODERNOS E PÓS-ESTRUTURAIS DA TEORIA CURRICULAR
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Resumo
O presente artigo aborda uma contraposição às críticas desenvolvidas por Tomaz Tadeu da Silva, à teoria curricular crítica, no texto “Monstros, ciborgues e clones: os fantasmas da Pedagogia Crítica”, que integra a obra “Pedagogia dos Monstros: os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras”, organizada pelo mesmo autor. Apesar de suas importantes contribuições para o campo de pesquisa curricular, questiona-se, aqui, a posição adotada pelo autor citado,ao estancar a teoria curricular crítica, condenando-a à estagnação e ao determinismo. O artigo defende possibilidades de diálogo entre as concepções críticas, pós-modernas e pós-estruturais e também traz uma discussão conceitual acerca das distinções entre pós-modernismo e pós-estruturalismo. Por fim, enfatiza uma concepção curricular crítica que acolhe algumas contribuições pós-modernas, sem no entanto, desconsiderar algumas de suas concepções.
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