INTERSTELLAR: A RELATIVIDADE NA FICÇÃO CIENTÍFICA E O ENSINO DE FÍSICA

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Henrique Sobrinho Ghizoni
Marcos Cesar Danhoni Neves

Resumo

No presente trabalho é analisado o filme de ficção científica Interstellar, lançado no ano de 2014, sob
uma ótica da astrofísica e do ensino de Física e com o intuito de examinar o tratamento de efeitos relativísticos na
ficção científica. Para embasar a análise teórica, foi realizada uma revisão acerca de buracos negros, buracos de
minhoca, relatividade especial, relatividade geral, métrica espacial e afins. Guiados por essa análise e na posse de
algumas cenas do filme onde são retratados esses efeitos relativísticos, verificou-se que a presença do físico Kip
Thorne na criação e produção do filme foi de extrema importância para um retrato sólido da ciência relativística
retratada em Interstellar. Desta forma, a presente análise também tem como objetivo incentivar a discussão sobre
arte-ciência (arte fílmica e a ciência em si) nos âmbitos acadêmicos e escolares, de modo que a Física possa ser
compreendia por meiode uma obra ficcional fílmica.

Detalhes do artigo

Seção

Ensino das Ciências e da Matemática

Biografia do Autor

Henrique Sobrinho Ghizoni, Universidade Federal do Paraná

Discente de Doutorado em Física da Universidade Federal do Paraná

Mestre em Física pela Univeverisidade do Estado de Santa Catarina

Licenciado em Física pela Universidade Estadual de Maringá

Marcos Cesar Danhoni Neves, Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática, Universidade Estadual de Maringá

Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática, Universidade Estadual de Maringá

Como Citar

INTERSTELLAR: A RELATIVIDADE NA FICÇÃO CIENTÍFICA E O ENSINO DE FÍSICA. Olhar de Professor, [S. l.], v. 21, n. 2, p. 289–310, 2019. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.21i2.0009. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/14192. Acesso em: 5 jun. 2026.