No berçário, quantos tons tem o azul? Entre bebês, cirandas, livros e pigmentos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.22.0002

Palavras-chave:

Bebês. Artes visuais. Literatura.

Resumo

RESUMO:

O artigo se propõe a mostrar o trabalho desenvolvido em um berçário com bebês, com idade entre zero a dois anos em uma Escola Infantil de Porto Alegre. Nele, levamos para as crianças a indagação: “Quantos tons tem o azul?”. Tal questionamento propiciou uma sequência de propostas que pretendiam explorar as tonalidades de diferentes objetos, materialidades e texturas da cor azul. Foram organizados diferentes ambientes para a investigação.  Inspiramos-nos em obras da literatura infantil e em explorações de misturas e tinturas fazendo uso de propostas de tom sobre tom de azuis. Buscamos um diálogo com as explorações de livros, poemas e ciranda para tentar dar visibilidade ao como os bebês nos mostram os modos como apreendem o mundo ao seu redor.

 

Biografia do Autor

  • Leni Vieira Dornelles, Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS

    Dra. Leni Vieira Dornelles, professora titular da Faculdade de Educação da UFRGS. Pós-doutora em Estudos da Criança- Universidade do Minho, Portugal.

  • Bárbara Abreu, Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS

    Graduanda do Curso de Pedagogia da Faculdade de Educação, FACED/UFRGS.

Publicado

13-12-2019

Edição

Seção

Estágio Curricular de Docência na Educação Infantil: Perspectivas e Práticas

Como Citar

No berçário, quantos tons tem o azul? Entre bebês, cirandas, livros e pigmentos. Olhar de Professor, [S. l.], v. 22, p. 1–14, 2019. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.22.0002. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/13765. Acesso em: 30 abr. 2026.

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