Cultivando o desenho da criança: liberdade, encantamento e transgressão

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Jocicleia Souza Printes
https://orcid.org/0000-0002-6065-6058
Michelle de Freitas Bissoli
https://orcid.org/0000-0002-2570-4392

Resumo

Este texto é fruto de uma pesquisa de doutorado na linha de formação de professores que objetivou compreender como um processo de formação continuada com professoras da pré-escola, a partir da perspectiva da teoria Histórico-Cultural, pode contribuir para que seu trabalho amplie as possibilidades de expressão infantil, especialmente pelo desenho. Observamos como as relações se davam e como o desenho ocupava tempo e espaço no planejamento. Por meio da pesquisa com formação, propusemos um grupo de estudos para discutirmos sobre a necessidade da arte, formação estética, imaginação e criação. As experiências propostas pelas professoras passaram a pensar o desenho numa combinação do corpo em movimento, superfícies e marcadores. O desenho ganhou centralidade no planejamento e ressignificou o fazer, antes preocupado apenas com o resultado. Processo e produto passaram a dialogar e o resultado foi um conjunto de experiências de fruição e liberdade, valorizando o desenho como expressão.

Detalhes do artigo

Seção

Práticas artísticas contemporâneas, crianças e docência: experiências estéticas

Biografia do Autor

Jocicleia Souza Printes, Universidade do Estado do Amazonas

Possui Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Amazonas (2006), Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (2010) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (2018). Professora da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, no Centro de Estudos Superiores de Tabatinga - CESTB, nas áreas de Educação Infantil, Infâncias e Ensino. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em formação de professores e educação infantil. Interesses de pesquisa: Educação Infantil e Infância, Teoria Histórico-Cultural, Artes Visuais, Desenho Infantil, Literatura Infantil. Membra do Grupo de Estudos e Pesquisas Teoria Histórico-Cultural, Infância e Pedagogia - UFAM e do Laboratório de Educação, Psicologia e Teoria Social - LEPTS/UEA/CESTB. Graduanda do curso de Artes Visuais - UFAM.

Michelle de Freitas Bissoli, Universidade Federal do Amazonas

Possui graduação em Pedagogia (1996), Mestrado (2001) e Doutorado (2005) em Educação pela Faculdade de Filosofia e Ciências - UNESP/ Marília e Pós-Doutorado (2010) pela USP. Atualmente, é professor Associado IV da Universidade Federal do Amazonas, onde atua no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação e Infâncias e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Atuou na Educação Básica (Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental). Foi Membro do Corpo Editorial da Revista Amazônida (2007-2009); Coordenadora do Curso de Especialização em Educação Infantil (2008); membro da Coordenação Ampliada do PPGE/UFAM (2012) e membro do Núcleo Docente Estruturante da FACED/UFAM (2015-2018). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em ensino-aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: formação do leitor, literatura infantil, Teoria Histórico-Cultural, formação de professores e Educação Infantil. ORCID ID http://orcid.org/0000-0002-2570-4392

Como Citar

Cultivando o desenho da criança: liberdade, encantamento e transgressão. Olhar de Professor, [S. l.], v. 24, p. 1–24, 2021. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.24.17664.071. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/17664. Acesso em: 9 jun. 2026.