Cultivando o desenho da criança: liberdade, encantamento e transgressão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.24.17664.071

Palavras-chave:

Formação de professores. Arte. Desenho.

Resumo

Este texto é fruto de uma pesquisa de doutorado na linha de formação de professores que objetivou compreender como um processo de formação continuada com professoras da pré-escola, a partir da perspectiva da teoria Histórico-Cultural, pode contribuir para que seu trabalho amplie as possibilidades de expressão infantil, especialmente pelo desenho. Observamos como as relações se davam e como o desenho ocupava tempo e espaço no planejamento. Por meio da pesquisa com formação, propusemos um grupo de estudos para discutirmos sobre a necessidade da arte, formação estética, imaginação e criação. As experiências propostas pelas professoras passaram a pensar o desenho numa combinação do corpo em movimento, superfícies e marcadores. O desenho ganhou centralidade no planejamento e ressignificou o fazer, antes preocupado apenas com o resultado. Processo e produto passaram a dialogar e o resultado foi um conjunto de experiências de fruição e liberdade, valorizando o desenho como expressão.

Biografia do Autor

  • Jocicleia Souza Printes, Universidade do Estado do Amazonas

    Possui Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Amazonas (2006), Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (2010) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (2018). Professora da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, no Centro de Estudos Superiores de Tabatinga - CESTB, nas áreas de Educação Infantil, Infâncias e Ensino. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em formação de professores e educação infantil. Interesses de pesquisa: Educação Infantil e Infância, Teoria Histórico-Cultural, Artes Visuais, Desenho Infantil, Literatura Infantil. Membra do Grupo de Estudos e Pesquisas Teoria Histórico-Cultural, Infância e Pedagogia - UFAM e do Laboratório de Educação, Psicologia e Teoria Social - LEPTS/UEA/CESTB. Graduanda do curso de Artes Visuais - UFAM.

  • Michelle de Freitas Bissoli, Universidade Federal do Amazonas

    Possui graduação em Pedagogia (1996), Mestrado (2001) e Doutorado (2005) em Educação pela Faculdade de Filosofia e Ciências - UNESP/ Marília e Pós-Doutorado (2010) pela USP. Atualmente, é professor Associado IV da Universidade Federal do Amazonas, onde atua no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação e Infâncias e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Atuou na Educação Básica (Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental). Foi Membro do Corpo Editorial da Revista Amazônida (2007-2009); Coordenadora do Curso de Especialização em Educação Infantil (2008); membro da Coordenação Ampliada do PPGE/UFAM (2012) e membro do Núcleo Docente Estruturante da FACED/UFAM (2015-2018). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em ensino-aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: formação do leitor, literatura infantil, Teoria Histórico-Cultural, formação de professores e Educação Infantil. ORCID ID http://orcid.org/0000-0002-2570-4392

Publicado

02-07-2021

Edição

Seção

Práticas artísticas contemporâneas, crianças e docência: experiências estéticas

Como Citar

Cultivando o desenho da criança: liberdade, encantamento e transgressão. Olhar de Professor, v. 24, p. 1–24, 2 jul.2021.