Diálogos entre formação de professores, avaliação e educação inclusiva
DOI:
https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.24.18219.089Palavras-chave:
Educação inclusiva, Avaliação, Formação docenteResumo
A inclusão da criança com deficiência no ensino regular é uma temática que tem gerado inúmeras discussões. Refletir sobre a forma como os professores avaliam o processo de aprendizagem dos seus estudantes é essencial para o sucesso do processo inclusivo e para o enfrentamento das dificuldades. Dessa forma, o objetivo deste artigo é refletir sobre o processo de avaliação dos sujeitos incluídos no ensino regular e a forma como esses profissionais conseguem se movimentar diante do processo de ensino e de aprendizagem para que a sua avaliação seja realizada com respeito ao ritmo e às especificidades de cada um. Para isso, realizou-se uma revisão bibliográfica com recorte temporal entre 2018 e 2019, e coleta de dados a partir dos periódicos selecionados na área de Educação e Química e subárea da Educação Especial/Inclusiva por meio do acesso ao site da Fundação de Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), e de revistas científicas com Qualis A1 e A2, utilizando os descritores Educação Inclusiva, Avaliação, Formação Docente, e Educação de Surdos. Para a construção das análises, utilizou-se a Análise Textual Discursiva, de Moraes e Galiazzi (2011), que revelou que muitos estudos ainda são necessários. Como desdobramento desta pesquisa, optou-se pelo aprofundamento da percepção dos professores que atuam na Educação Inclusiva quanto à avaliação e ao processo de ensino na escola regular, o que denota a necessidade de os cursos de formação de professores discorrerem sobre o tema nos seus processos formativos. Nesse sentido, discutir a avaliação e o processo de ensino de estudantes com deficiência e que apresentam dificuldades, exige refletir sobre a formação inicial para a efetivação de um processo inclusivo justo, igualitário e de direito.
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