Pisístrato, Héracles e o artesão-pintor Exéquias

a emergência de um ethos ático

Resumo

Convencionou-se estabelecer Héracles como uma divindade heroica secundária no imaginário social grego, se comparado a Teseu. Neste artigo priorizaremos a imagem de Héracles como um modelo de propaganda política de Pisístrato. Interpretaremos o herói como o reflexo do governante e suas aventuras, nos vasos áticos como estratégia e emergência de um novo ethos (modo de vida), destacado pelos artesãos-pintores, destacando o papel de Exéquias, durante a tirania arcaica ateniense.

 

Palavras-chaves: Tirania; Pisístrato; Héracles; política e propaganda

 

Biografia do Autor

Jose Roberto de Paiva Gomes (UERJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Mestre (2004) e Doutor Pelo PPGHC/UFRJ (2015). Pesquisador Colaborador do NEA/UERJ. Co-Editor das Revistas Jornal Philia, Fórum De Debates, NEARCO e ENEA Com a Prof. Dr. Maria Regina Candido (NEA/PPGH e PPGHC/UFRJ). Possui Estágio de Pesquisa Supervisionado pelo Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra (2012) e Pela École Française D'athenes (2012). Atua como Professor nos cursos de Especialização em História Antiga e Medieval da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CEHAM/UERJ) E curso de Especialização em Patrimônio Educação e Cidadania (CEPEC-CMCN/NEA-UERJ).

Publicado
2021-05-04
Seção
Dossiê | Special Issue | Dossier