Mujeres cafeteras en el mundo de la agroindustria masculinizada en Lidianópolis-PR

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5935/2177-6644.20230032

Resumen

El artículo analizó los impactos de las transformaciones en el campo y en las formas de producción agrícola. El recorte espacial es el municipio de Lidianópolis, ubicado en el centro-norte de Paraná. Se dio prioridad al grupo social de “mujeres cafeteras” y campesinas, quienes aún insertas en el contexto de las tradiciones culturales de las comunidades rurales, persisten en permanecer en pequeñas propiedades rurales, donde la agroindustria, en particular la producción de soja, es la actividad principal actividad económica (2000 a 2020). Buscamos comprender los desafíos que enfrenta este grupo en medio de un contexto económico e ideológico masculinizado. Como fuentes, además de datos estadísticos y documentos de organismos públicos locales, estatales y nacionales, se utilizó la historia oral.

Palabra clave: “mujeres del café”; pesticidas; Lidianópolis; historia ambiental y cultural.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Métricas

Cargando métricas ...

Biografía del autor/a

Simone Aparecida Quiezi (UEM), Universidade Estadual de Maringá - UEM

Possui graduação em História - Licenciatura Plena pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (1997), graduação em Normal Superior (UEM/2009),  graduação em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2012), graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (2010), graduação em Filosofia pela Universidade Estadual de Londrina (2013) e mestrado em História pela Universidade Estadual de Maringá (2020) e doutorando em História (UME). Atualmente é estatutária - Secretaria de Estado da Educação (SEED), professora da educação básica, exercendo a função de gestora de escola pública. Tem experiência na área de História, com ênfase em história ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: Pescadores; rio Ivaí; ocupação humana da Bacia Hidrográfica do Rio Ivaí e história oral.

Vânia Inácio Costa Gomes (UEM), Universidade Estadual de Maringá - UEM

Mestre em História pela Universidade ­­­Estadual de Maringá, Maringá-PR, doutoranda em História pela Universidade ­­­Estadual de Maringá, Maringá-PR. Possui especialização em Ensino de Filosofia para o Ensino Médio. (UEPG) Possui graduação em História (FAFIMAN), Geografia (UEPG) e Filosofia (UEL). Professora da Educação Básica da Rede Estadual do Paraná. Integrante e pesquisadora do Laboratório de Estudos Históricos do Contemporâneo (LABEHCON/UEL).

Gilmar Arruda (UEM), Universidade Estadual de Maringá - UEM

Doutor em História. Professor aposentado do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Membro dos Programas de Pós-graduação em História da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Integrante e pesquisador do Laboratório de Estudos Históricos do Contemporâneo (LABEHCON/UEL). Integrante e pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Educação e História Ambiental - LEHA/UEM.

Publicado

2023-11-23