Expansão da educação agroecológica formal no Brasil: construindo novas territorialidades nos últimos 17 anos

Autores

  • Sandra Andrea Engelmann Instituto Federal do Paraná (IFPR) Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) http://orcid.org/0000-0002-4594-9266
  • Nicolas Floriani Universidade Estadual de Ponta Grossa

Palavras-chave:

Ensino formal, ensino informal, desenvolvimento rural, sustentabilidade, territórios alternativos

Resumo

Os cursos formais de agroecologia vem se territorializando no Brasil, nos últimos quatro anos sua oferta cresceu 69%. A expansão desses cursos tem sido uma demanda dos movimentos sociais do campo, por uma educação que reflita a realidade socioambiental dos territórios camponeses e gere mudanças na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a agricultura. Com objetivo de entender como a agroecologia vem se expandindo, buscou-se através de uma pesquisa exploratória, de dados secundários, disponíveis em sites e plataformas governamentais, analisar quantitativamente os cursos de agroecologia em três níveis de escolaridade. Concluiu-se que a criação dos cursos formais gera outras territorialidades no campo e novas perspectivas no que concerne à formação profissional.   

Biografia do Autor

Sandra Andrea Engelmann, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Professora de Geografia no IFPR, Campus Campo Largo. 

Aluna do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UEPG. 

Nicolas Floriani, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPG

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Publicado

2018-07-31

Como Citar

ENGELMANN, S. A.; FLORIANI, N. Expansão da educação agroecológica formal no Brasil: construindo novas territorialidades nos últimos 17 anos. Terr@ Plural, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 22–40, 2018. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/11007. Acesso em: 9 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos