Barreras actitudinales en la educación especial: la mirada docente

Contenido principal del artículo

Prof.ª Alessandra Santana Midlej Café
Dr.ª Andrea Soares Wuo

Resumen

La educación inclusiva busca garantizar el acceso, la permanencia y el aprendizaje de las personas con discapacidad en los diversos espacios educativos. Sin embargo, la realidad escolar enfrenta una serie de barreras actitudinales que dificultan el proceso de inclusión. El objetivo de esta investigación fue analizar las percepciones de docentes de Salas de Recursos Multifuncionales (SRM) sobre su papel en la deconstrucción de dichas barreras. Para ello, se realizó una investigación cualitativa, de carácter exploratorio y de campo, mediante cuestionarios y entrevistas con docentes de SRM que trabajan en los niveles finales de la educación básica, en el municipio de Ilhéus-BA. Los resultados mostraron que, a través de la interacción con docentes de aulas regulares, los docentes de SRM asumen un papel activo en la superación de las barreras actitudinales, mediante acciones persistentes que favorecen la comprensión de las necesidades de las personas con discapacidad y fomentan cambios inclusivos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Detalles del artículo

Cómo citar
CAFÉ, A. S. M.; ANDREA SOARES. Barreras actitudinales en la educación especial: la mirada docente. Olhar de Professor, [S. l.], v. 28, p. 1–20, 2025. DOI: 10.5212/OlharProfr.v.28.24838.026. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/24838. Acesso em: 26 ene. 2026.
Sección
Artigos em fluxo contínuo
Biografía del autor/a

Prof.ª Alessandra Santana Midlej Café, Universidade Regional de Blumenau - FURB

Mestra em Educação (FURB – SC). Graduada em Pedagogia (UESC – BA). Docente da Educação Básica. Integrante do Laboratório de Estudos em Educação Diversidades e Inclusão – LAEDI.

Dr.ª Andrea Soares Wuo, Universidade Regional de Blumenau - FURB

Doutora e mestre em Educação: Psicologia da Educação (PUCSP]. Graduada em Ciências Sociais (USP). Docente do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Regional de Blumenau. Líder do Laboratório de Estudos em Educação Diversidades e Inclusão LAEDI.

Citas

AMARAL, L. A. Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação. In: AQUINO, J. G. (org.). Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998. p. 11-30.

ARROYO, M. G. Vidas ameaçadas: exigências: respostas éticas da educação e da docência. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.

BAHIA. Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Diretrizes da educação inclusiva no estado da Bahia (pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação). 2017. Disponível em: http://escolas.educacao.ba.gov.br/diretrizes-para-educcacao-inclusiva-na-bahia. Acesso em: 18maio 2023.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 28 mar. 2020.

BRASIL. Projeto escola viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: alunos com necessidades educacionais especiais: adaptações curriculares de pequeno porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000.

BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007. Brasília: Equipe da Secretaria de Educação Especial, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. Acesso em: 20 maio 2023.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 4, de 2 de outubro de 2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf. Acesso em: 12 dez. 2023.

BRASIL. Lei nº 13.146 de 6 de Julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF: Presidência da República, [2015]. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 1 jan. 2023.

CARDOSO, C. R. Organização do trabalho pedagógico, funcionamento e avaliação do atendimento educacional especializado em sala de recursos multifuncionais. 2013. Dissertação. (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiás, 2013. Disponível em: https://repositorio.ufcat.edu.br/items/d91a30e4-12f9-4793-95ed-92ed04d27032/full. Acesso em: 13 dez. 2023.

CERVI, R. de M. Planejamento e avaliação educacional. 2. ed. rev., atual. e ampl. Curitiba: Ibpex, 2008.

FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. 2. ed. Brasília: Liber Livro Editora, 2005.

FREIRE, P. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 9. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Editora Olho d’Água, 1997.

GOFFMAN, E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988.

ILHÉUS. Prefeitura Municipal de Ilhéus. Portaria nº 482, de 13 de dezembro de 2019. Ilhéus: Secretaria Municipal de Educação de Ilhéus, 2019. Disponível em: https://www.ilheus.ba.gov.br/abrir_arquivo.aspx?cdLocal=12&arquivo=%7BD8D3C83B-20BA-3DBA-BC8D-AAE62BDEDEAA%7D.pdf. Acesso em: 25 out. 2023.

ILHÉUS. Prefeitura Municipal de Ilhéus. Documento Curricular Referencial de Ilhéus. Ilhéus: Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer de Ilhéus, 2021.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Panorama. Ilhéus: IBGE, 2010. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/ilheus. Acesso em: 20 jul. 2021.

MATTOS, G. Dicionário júnior da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo. FTD, 2005.

MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MICHELS, M. H. A formação de professores de educação especial no Brasil: propostas em questão. Florianópolis: UFSC/CED/NUP, 2017.

NASCIMENTO, M. A. do. Erving Goffman, as interações do cotidiano escolar, desvendando o estigma dentro da inclusão escolar. 2009. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2009. Disponível em: https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/METO_7dd568946e9bbe30c45224cfe0add89. Acesso em: 18 dez. 2023.

NONATO, D. do N. Acessibilidade arquitetônica, barreiras atitudinais e suas interfaces com o processo de inclusão social das pessoas com deficiência: ênfase nos municípios de Abaetetuba, Igarapé-Miri e Mojú/PA. 2013. Dissertação (Mestrado em Direito) - Programa de Pós-graduação em Direito, Instituto de Ciências Jurídicas, Universidade Federal do Pará, Belém, 2013. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/bitstream/2011/7365/1/Dissertacao_AcessibilidadeArquitetonicaBarreiras.pdf. Acesso em: 15 out. 2023.

NÓVOA, A. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2009.

OLIVA, D. V. A educação de pessoas com deficiência visual: inclusão escolar e preconceito. 2011. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-24052011-172502/publico/A_educacao_de_pessoas_com_deficiencia_visual.pdf. Acesso em: 22 nov. 2023.

ROCHA, E. P. G. O que é etnocentrismo. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.

SAGLIA, I. R.; CALEFI, A. M. S.; SHIGEMOTO, R. C. A. D. O protagonismo do professor de educação especial e a formação continuada na perspectiva inclusiva. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, 7., 2016. Anais eletrônicos [...]. Campinas: Galoá, 2016. Disponível em: https://proceedings.science/cbee/cbee7/trabalhos/o-protagonismo-do-professor-de-educacao-especial-e-a-formacao-continuada-na-pers?lang=pt-br. Acesso em: 13 ago. 2021.

SCHOLZ, D. C. dos S. Alunos negros e com deficiência: uma produção social de duplo estigma. 2017. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/168802/001047454.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 09 dez. 2021.

SILVA, A. M. da. Educação especial e inclusão escolar: história e fundamentos. Curitiba: Ibpex, 2010.

UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994. Disponível em: http://uniapae.apaebrasil.org.br/wpcontent/uploads/2019/10/DECLARA%C3%87%C3%83O-DE-SALAMANCA-E-LINHADA-A%C3%87%C3%83O-SOBRE-NECESSIDADES-EDUCATIVAS-ESPECIAIS.pdf. Acesso em: 18 jul. 2023.