Creencias Lingüísticas de los Profesores de Lengua Portuguesa de la Red Pública de Buritizal-SP
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Resumen
Este artículo investiga las creencias lingüísticas de profesoras de la red pública de Buritizal (SP), con enfoque en sus representaciones sobre la lengua, la variación lingüística y la enseñanza. Fundamentada en la Sociolingüística Educativa (Bortoni-Ricardo, 2005) y en estudios sobre actitudes lingüísticas (López Morales, 2004), la investigación adopta una metodología cualitativa, utilizando una prueba con 23 preguntas distribuidas en seis bloques temáticos. El análisis revela la predominancia de una visión normativa de la lengua, con valorización de la norma estándar y de la escritura. Sin embargo, emergen señales de conciencia crítica en temas como la identidad lingüística y la adecuación situacional. Las respuestas indican contradicciones y tensiones, evidenciando la coexistencia entre creencias tradicionales y posibilidades de apertura a prácticas pedagógicas más inclusivas. Se concluye que esas creencias son socialmente construidas, atravesadas por experiencias y afectos, y que la formación continua desempeña un papel fundamental en la resignificación de esas perspectivas en favor de una enseñanza más crítica y sensible a la diversidad lingüística.
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